Revista Espírita Histórica e Filosófica nº 7





Edição especial, comemorando 1 ano de Revista.
Este número apresenta profunda pesquisa sobre as possíveis origens do pseudônimo Allan Kardec.
Seria o nome de uma floresta? de um santo? de um sacerdote? de um guerreiro? 
Seria uma reencarnação de H.L.D. Rivail?
Adquira o seu exemplar!

Apenas 10 reais, com taxas de envio incluídas.




c/ Maria Carolina Gurgacz
filosofiaespirita@gmail.com  


(51) 9137-4149



17. Confirmação da identidade

Quando trata das manifestações visuais Allan Kardec escreve o seguinte:
Os ademanes, o aspecto, são semelhantes aos que tinha o Espírito quando vivo. Podendo tomar todas as aparências, o Espírito se apresenta sob a que melhor o faça reconhecível, se tal é o seu desejo. Assim, embora como Espírito nenhum defeito corpóreo tenha, ele se mostrará estropiado, coxo, corcunda, ferido, com cicatrizes, se isso for necessário à prova da sua identidade. Esopo, por exemplo, como Espírito, não é disforme; porém, se o evocarem como Esopo, ainda que muitas existências tenha tido depois da em que assim se chamou, ele aparecerá feio e corcunda, com os seus trajes tradicionais. (...)

Allan Kardec autor, co-autor...

O trabalho de Allan Kardec não foi somente o de codificar os ensino dos Espíritos; é preciso enfatizar a sua condição de autor, ou co-autor, da Codificação Espírita. A elaboração do Espiritismo expressa o pensamento de Kardec e da Falange do Espírito de Verdade, pois sabemos que Espíritos Superiores têm uma sintonia e interação tão perfeitas que podem falar uns pelos outros.
Assim, no momento em que inicia as pesquisas com rigor e método científico, partindo dos fatos para elaborar a teoria, o Prof. Rivail caminha ao encontro de todo o seu rico acervo de vivências pretéritas edificantes, do qual extrai igualmente as suas concepções filosóficas tanto quanto de uma religiosidade fundamentada na razão.

Texto de Sueli C. Schubert, do livro publicado pela FEB, Entrevistando Allan Kardec, página 31/2

O Imbecil Especializado

Continuamos a desperdiçar tanto tempo e energia como os que eram necessários antes da invenção das
máquinas; nisto fomos idiotas, mas não há motivo para que continuemos a ser.
Bertrand Russell


  1. nascimento da sociedade industrial
  2.  Iluminismo
  3. um século de descobertas
  4. burguesia
  5. produzir
  6. a sociedade mudou
  7. Engenheiros
  8. teorias sociais
  9. Rerum Novarum
  10. Ensinamento da encíclica


Ensinamento da encíclica

O que lhes havia ensinado a encíclica?

Rerum Novarum

A Rerum Novarum intervém tardiamente nesse debate ao final do século. Por que mesmo assim é importante?

teorias sociais

Quais são as teorias sociais que se enfrentam no final do século XIX e início do XX?

Engenheiros

A sociedade industrial significa, desde o começo, e significará por muito tempo, a hegemonia de uma
categoria: a dos engenheiros.  Originalmente com Frederick W. Taylor.

a sociedade mudou

Mas quando é que aflora a consciência de que a sociedade mudou? Quando é que as pessoas começam a se dar conta de que habitam um novo mundo, diferente daquele artesanal e rural?

produzir

A que necessidades fundamentais, final das contas, responde, essa sociedade nascente?

burguesia

No plano econômico, o que acontece?

um século de descobertas

Porém, o século XVIII não é só um século de sistematização do saber é um século de descobertas.

Iluminismo

A dúvida brota como dúvida teórica, isto é, em uma linha puramente intelectual?

nascimento da sociedade industrial

Nós nos encontramos agora diante do nascimento da sociedade que a todos nós (com exceção somente daqueles que hoje são ainda muito jovens) parece um habitat natural: a sociedade industrial. No começo não foi absolutamente considerada como "natural", mas sim como um abalo. Quão profunda é a revolução iniciada no século XVIII?