Revista Espírita Histórica e Filosófica 11

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Este mês a nossa Revista segue trazendo artigos interessantes para quem gosta de Espiritismo e História. 
Cristian Macedo continua sua série de textos sobre a relação entre Allan Kardec e a História. Desta vez ele nos mostra como,  ao periodizar a história do Espiritismo, Allan Kardec segue e a proposta de periodização presente em muitos historiadores e cientistas sociais, isto é, além de demarcar períodos do que já foi vivido, ele demarcou períodos que viriam a ser. Tal qual Auguste Comte, com seus estágios, e Karl Marx, com seus Modos de Produção, o fundador do Espiritismo descreve o passado, mas apresenta suas esperanças para o futuro. 
A Revista traz também a iniciativa do pesquisador Felipe Gonçalves, em publicar cartas escritas por Allan Kardec ou endereçadas a ele em seu blog "História do Espiritismo".
Além da pergunta do André, a revista traz um texto que escrevi faz algum tempo sobre problemas de tradução em obras espíritas.

Revista Espírita Histórica e Filosófica 11


Este mês a nossa Revista segue trazendo artigos interessantes para quem gosta de Espiritismo e História. 
Cristian Macedo continua sua série de textos sobre a relação entre Allan Kardec e a História. Desta vez ele nos mostra como,  ao periodizar a história do Espiritismo, Allan Kardec segue e a proposta de periodização presente em muitos historiadores e cientistas sociais, isto é, além de demarcar períodos do que já foi vivido, ele demarcou períodos que viriam a ser. Tal qual Auguste Comte, com seus estágios, e Karl Marx, com seus Modos de Produção, o fundador do Espiritismo descreve o passado, mas apresenta suas esperanças para o futuro. 
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O livro é uma extensa pesquisa que contempla todas as publicações de Allan Kardec sobre o tema. Você irá se surpreender em ler sobre os perigos que se corre ao não evocar os Espíritos, deixando-os se manifestarem livremente,  principalmente no início do desenvolvimento da mediunidade. 

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O Livro dos Espíritos completa 154 anos



Abaixo, uma carta dirigida a Allan Kardec, sobre O Livro dos Espíritos, publicada em sua Revista em 1858. Carta enviada de Bourdeaux por um Capitão reformado, poucos dias após o lançamento do livro.

Bordeaux, 25 de abril de 1857

Senhor,

Submetestes minha paciência a uma grande prova pela demora na publicação de  O Livro dos Espíritos, há tanto tempo anunciado; felizmente, não perdi por esperar, porquanto ele ultrapassa todas as idéias que eu havia feito, de acordo com o prospecto.
Impossível descrever o efeito que em mim produziu: assemelho-me a um homem que saiu da obscuridade; parece que uma porta, fechada até hoje, acaba de ser subitamente aberta; minhas idéias se ampliaram em algumas horas! Oh! Como a Humanidade e todas as suas preocupações miseráveis se me parecem mesquinhas e pueris, ao lado desse futuro de que não duvidava, mas que para mim estava de tal forma obscurecido pelos preconceitos que o imaginava a custo! Graças ao ensino dos Espíritos, agora se apresenta sob uma forma definida, compreensível, maior, mais bela e em harmonia com a majestade do Criador. Quem quer que leia esse livro meditando, como eu, encontrará tesouros inesgotáveis de consolações, pois que ele abarca todas as fases da existência. Em minha vida sofri perdas que me afetaram vivamente; hoje, não me causam nenhum pesar e toda minha preocupação é empregar utilmente o tempo e minhas faculdades para acelerar meu progresso, porque, para mim, agora, o bem tem uma finalidade e compreendo que uma vida inútil é uma vida de egoísta, que não nos permite avançar na vida futura.
Se todos os homens que pensam como vós e eu – e os encontrareis muito, assim espero, para honra da Humanidade – pudessem se entender, reunir-se e agir de comum acordo, de que força não disporiam para apressar essa regeneração que nos é anunciada! Quando for a Paris, terei a honra de vos ver e, se não for
abusar de vosso tempo, pedir-vos-ei algumas explicações sobre certas passagens e alguns conselhos  sobre a aplicação das leis morais a certas circunstâncias que me são pessoais. Recebei, até lá, eu vos peço, Senhor, a expressão de todo o meu reconhecimento, porque me proporcionastes um grande bem ao apontar-me a rota da única felicidade real neste mundo e, além disso, quem sabe? um lugar melhor no outro.

Vosso todo devotado.
D..., capitão reformado


As Mulheres têm Alma?

Allan Kardec,  1866
Os sexos só existem no organismo; são necessários à reprodução dos seres materiais. Mas os Espíritos, sendo criação de Deus, não se reproduzem uns pelos outros, razão pela qual os sexos seriam inúteis no mundo espiritual. Os Espíritos progridem pelos trabalhos que realizam e pelas provas que devem sofrer, como o operário se aperfeiçoa em sua arte pelo trabalho que faz. Essas provas e esses trabalhos variam conforme sua posição social. Devendo os Espíritos progredir em tudo e adquirir todos os conhecimentos, cada um é chamado a concorrer aos diversos trabalhos e a sujeitar-se aos diferentes gêneros de provas. É por isso que, alternadamente, nascem ricos ou pobres, senhores ou servos, operários do pensamento ou da matéria. 
Assim se acha fundado, sobre as próprias leis da Natureza, o princípio da igualdade, pois o grande da véspera pode ser o pequeno do dia seguinte e reciprocamente. Desse princípio decorre o da fraternidade, visto que, em nossas relações sociais, reencontramos antigos conhecimentos, e no infeliz que nos estende a mão pode encontrar-se um parente ou um amigo.