Revista Espírita Histórica e Filosófica 14

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OS AMIGOS NÃO NOS ESQUECEM NO OUTRO MUNDO


Um dos nossos assinantes nos envia a conversa seguinte, que teve com um de seus amigos, cuja perda lhe fora muito sentida, através de um médium estranho, já que ele mesmo não é médium. Além da notável elevação dos pensamentos, há de notar-se que os laços formados na Terra, quando sinceros, não são rompidos pela morte.

Relação de obras de Allan Kardec


1824

-Cours pratique et théorique d'arithmétique, d'après la méthode de Pestalozzi par H.L.D. Rivail
1828 
- Plan proposé pour l'amélioration de l'éducation publique, par H.L.D. Rivail
1830
- Les trois premiers livres de Télémaque en allemand
1831
- Grammaire française classique sur un nouveau plan. 1re partie... par H.-L.-D. Rivail
- Mémoire sur l'instruction publique adressé à MM. les membres de la commission chargée de réviser la législation universitaire..., par H.L.D. Rivail
1834
- Discours prononcé à la distribution des prix du 14 août 1834, par M. Rivail, chef d'institution
1838
- Programme des études selon le plan d'instruction de H.L.D. Rivail. 1er cahier. Enseignement primaire
1846
- Solutions raisonnées des questions et problèmes d'arithmétique et de géométrie usuelle proposés dans les examens de l'Hôtel de ville et de la Sorbonne... Par H.L.D. Rivail
1847
- Cours complet théorique et pratique d'arithmétique: contenant près de 3000 exercices et problèmes gradués, de nombreux questionnaires, un traité des poids et mesures, la méthode adoptée dans le commerce pour le calcul des intérêts et divers autres documents entièrements inédits / par H. L. D. Rivail
- Solutions des exercices et problèmes du "Traité complet d'arithmétique" de H.L.D. Rivail

- Projet de réforme concernant les examens et les maisons d'éducation des jeunes personnes, suivi d'une proposition touchant l'adoption des ouvrages classiques par l'Université, au sujet du nouveau projet de loi sur l'enseignement; par H.L.D. Rivail
1848
Catéchisme grammatical de la langue française... par H.L.D. Rivail
1849
- Grammaire normale des examens... par MM. D. Lévi-Alvarès,...  
H. L.D. Rivail
1850
- Dictées du premier et du second âge... par H.L.D. Rivail
Dictées normales des examens... par MM. Lévi-Alvarès et H.L.D. Rivail
1857
-O Livro dos Espíritos
1858
-Instrução Prática das manifestações espíritas
-Revista Espírita (revista mensal, sob sua responsabilidade até 1869)
1859
-O que é o Espiritismo?
1860
-O Livro dos Espíritos (2ª edição)
1861
-O Livro dos Médiuns ou guia dos médiuns e dos evocadores
1862
-O Espiritismo em sua mais Simples Expressão
-Viagem Espírita em 1862
1864
-Resumo da lei dos Fenômenos Espíritas
-Imitação do Evangelho segundo o Espiritismo 
(depois teve o título mudado para O Evangelho Segundo o Espiritismo)
1865
 – Céu e inferno: ou justiça  divina segundo o Espiritismo
1866 
- Novo dicionário universal,  panteão literário e enciclopédia ilustrada, por Maurice Lachatre (colaborou em alguns verbetes)
1867 
– Ecos poéticos do outro mundo: poesias mediúnicas (fez a introdução)
1868 
- O caráter da Revelação Espírita
- A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo 

Você sabia que...

Na metade do século XVIII, Benjamin Franklin imagina a eletricidade como um fluido e se refere aos estados elétricos como um excesso ou uma deficiência desse fluido. Ao excesso, atribui um sinal positivo (+) e à falta, sinal negativo (-).


A academia confundiu o magnetismo animal com o magnetismo mineral

"...minha carta explicativa de 5 de janeiro de 1775 foi comunicada à maior parte das Academias de ciências, e a alguns sábios. Entre todas, apenas a Academia de Berlim, a 24 de março desse ano, deu uma resposta por escrito, pela qual, confundindo as propriedades do magnetismo animal que eu anunciava com aquelas do imã, do qual eu falava apenas como condutor, ela caiu em diferentes erros. E sua opinião era a de que eu estava iludido. 
Essa academia não apenas caiu no erro de confundir o magnetismo animal com o mineral, apesar de sempre eu ter me dedicado em meus estudos a estabelecer que o emprego do imã, apesar de útil, era sempre imperfeito sem o apoio da teoria do magnetismo animal. Os físicos e médicos com os quais estive me correspondendo, ou que buscaram se intrometer para usurpar esta descoberta, pretenderam e presumiram divulgar, uns que o imã era o único agente que eu empregava, os outros que eu utilizava a eletricidade. E assim por diante, por que sabiam que eu havia feito uso desses dois meios. A maior parte deles se desiludiu com sua própria experiência. Mas em lugar de reconhecer a verdade que eu anunciava, concluíram que,  como não obtinham sucesso com o uso desses dois agentes, as curas anunciadas por mim eram suposições. E que minha teoria era ilusória. O desejo de me descartar para sempre de semelhantes erros, e de trazer à luz  a verdade, determinaram-me a não mais fazer uso da eletricidade  nem do imã após 1776."
Mesmer 

Exploração do Espiritismo

América do Norte reivindica, a justo título, a honra de ter sido a primeira nos últimos tempos a revelar as manifestações de além-túmulo. Por que não deveria ser ela a primeira a dar o exemplo do tráfico e por que, nesse povo tão adiantado sob tantos aspectos, e tão digno de nossa simpatia, o instinto mercantil não se tenha detido no limiar da vida eterna? Quando lemos seus jornais, em cada página vemos anúncios como estes:

A PRECE - Fénelon


Enviada pelo Sr. Sabò,  de Bordeaux

Tempestade de paixões humanas, que abafais os bons sentimentos de que todos os Espíritos encarnados trazem uma vaga intuição no fundo da consciência, quem acalmará a vossa fúria? É a prece que deve proteger os homens contra o fluxo desse oceano, cujo seio encerra os monstros horrendos do orgulho, da inveja, do ódio, da hipocrisia, da mentira, da impureza, do materialismo e das blasfêmias.

Sobre a existência de Deus

 

 

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Reconhecimento da Existência dos Espíritos e de suas Manifestações


Se as primeiras manifestações espíritas  fizeram numerosos adeptos, não somente encontraram muitos incrédulos, mas adversários ferrenhos e, muitas vezes, até interessados em seu descrédito. Hoje, os fatos falam tão alto que é forçoso reconhecer a evidência e, se ainda existem incrédulos sistemáticos, podemos predizer-lhes com segurança que não se passarão muitos anos para acontecer com os Espíritos o que se deu com a maior parte das descobertas, que foram pertinazmente  combatidas ou encaradas como utopias por aqueles cujo saber deveria tê-los tornado menos cépticos no que diz respeito ao progresso. Já vimos muitas pessoas, entre as que não se aprofundaram nesses estranhos fenômenos, concordar que nosso século é tão fecundo em fatos extraordinários, a Natureza tem tantos recursos desconhecidos, que seria mais que leviandade negar-se a possibilidade daquilo que se não compreende. Esses tais dão prova de sabedoria. Eis aqui uma autoridade que não poderia  ser  suspeita de prestar-se  levianamente   a   uma mistificação, a Civiltà Cattolica, um dos principais jornais eclesiásticos de Roma. Reproduziremos, mais adiante, um artigo que esse jornal publicou no mês de março passado, no qual se verá que seria difícil provar a existência e a manifestação dos Espíritos por argumentos mais peremptórios. É verdade que divergimos dele sobre a natureza dos Espíritos; não admitem senão os maus, enquanto admitimos bons e maus; é um ponto que abordaremos mais tarde, com todos os  desenvolvimentos  necessários.  O  reconhecimento  das manifestações  espíritas  por   uma   autoridade   tão  grave   e   tão respeitável é um ponto capital. Resta, pois, julgá-las: é o que faremos no próximo número. Reproduzindo o artigo, o Univers o faz preceder das seguintes e sábias reflexões:       

Reconhecimento da Existência dos Espíritos e de suas Manifestações

Este é o título do artigo publicado na Revue de Janeiro de 1858. Dele retiramos algumas citações referentes ao Magnetismo. Vale a pena ler o artigo na íntegra.


Abaixo alguns extratos:

Por ocasião da publicação de uma obra, em Ferrara, sobre a prática do  magnetismo animal, referimos aos nossos leitores os sábios artigos que acabavam de aparecer na Civiltà Cattolica,  Roma, sobre a Necromancia moderna, reservando-nos trazer-lhes mais amplas informações. Publicamos hoje o último desses artigos que, em algumas páginas, contém as conclusões da revista romana.
De todas as teorias lançadas para explicar naturalmente os diversos fenômenos conhecidos sob o nome de espiritualismo americano, não há uma só que alcance o objetivo, e, menos ainda, consiga dar a razão de todos eles. Se uma ou outra dessas hipóteses é suficiente para explicar alguns desses fenômenos,sempre restará alguns que permanecerão inexplicáveis. [...]
Para dar a razão dessas três ordens de fatos diversos, temos ainda a teoria do magnetismo; mas, por maiores que sejam as concessões que se lhe disponha a fazer, e mesmo admitindo, de olhos fechados, todas as hipóteses gratuitas sobre as quais ela se funda, todos os erros e absurdos de que está repleta, e as faculdades miraculosas por ela atribuídas à vontade humana, ao fluido nervoso ou a quaisquer outros agentes magnéticos, jamais poderá essa teoria, com o auxílio desses princípios, explicar completamente como uma mesa magnetizada por um médium manifesta em seus movimentos uma inteligência e uma vontade próprias, isto é, distintas das do médium e que, por vezes, são contrárias e superiores à sua inteligência e vontade.

Revista Espírita Histórica e Filosófica 13



Amigo assinante

Estê mês trazemos um interessante achado.  A transcrição de um discurso feito na Federação Espírita do Rio Grande do Sul, na posse de um de seus mais importantes presidentes: Salomão Jacob Benchaya.
Neste discurso, ele apresenta um projeto chamado “Kardequizar”, onde aponta caminhos para o entendimento do Espiritismo mais próximo de sua origem francesa. Vale a pena prestar atenção a este documento de 1986 para entendermos em quais moldes o Espiritismo gaúcho se desenvolvia à época.
Na seção 150 anos de memória espírita,  recordamos uma memorável página da história do Espiritismo. Trata-se do encontro, via mediunidade, de Allan Kardec com um famoso calculador, Henry Mondeux que ele havia estudado frenologicamente.
Seguindo a série de artigos sobre História e Espiritismo, Cristian Macedo trata da Escatologia no Espiritismo, ou seja, como era a idéia espírita sobre o fim dos tempos e, em que medida, sofreu influências judaico-cristãs em sua perspectiva.
Sempre contando com a pergunta do André, convidamos aos leitores darem sua resposta e seguirem se comunicando conosco, fazendo críticas e dando sugestões.
Boa leitura!

Maria Carolina Gurgacz
Junho de 2011


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